Seja bem vinda(o)!

Seja bem vinda (o) ao blog da disciplina "Leitura e produção de imagens – Imagem e Educação", ministrada pela Profª. Adriana Hoffmann na UNIRIO.
Este blog será construído junto com os alunos, a partir das produções realizadas em nossos encontros semanais.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Projeto de Cidadania SemeaR-Semeando Raízes. A Questão Racial em Foco.



 
Projeto de Cidadania SemeaR-Semeando Raízes. A Questão Racial em Foco.
Pré vestibular comunitário núcleo: São Mateus.
Rua Antônio Hermonte, nº107, são Mateus, São João de Meriti/RJ
 Discentes: Ana Carolina Santos, Daniele Fernandez, Michelly Alves 


  Objetivo Principal Consiste em:


  •  Apresentar atividades áudio visuais, como ferramenta de promoção do negros brasileiro, promovendo o reconhecimento dos negros como sujeitos de beleza, valores e acima de tudo de identidade.
  • Desenvolver uma discussão sobre a promoção da igualdade racial, de forma a reconhecer o racismo como um problema social a ser enfrentado no âmbito das relações cotidianas e por meio das políticas públicas.

 

Metodologia: Rodas de conversas.

  1. Que assunto é esse? 
  2. Dinâmica de apresentação de grupo e Introdução ao Tema.
  3. Explicações sobre as origens do projeto, bem como sua importância.
  4. Informações básicas, quanto a distribuição racial no país.
  5. Quem podemos considerar negro no Brasil.- Classificação Racial do IBGE.
  6. Conceito de Raça – Social/ Político  e Biológico.
  7. Desigualdade sócio educativas, entre negros e brancos. Tais como o acesso ao ensino superior 
  8. O problema dos negros no Brasil se resolve com as questões econômicas?- Afinal o Preconceito é econômico ou racial?

“Somos todos iguais braços dados ou não”. Onde você guarda o seu Racismo.

  •  De  que  igualdade estamos falando?      
  •  Igualdade possui diferentes interpretações ideológicas. Busca-se então delimitar o tipo de igualdade que há de se considerar
  •  Ações Afirmativas e Políticas de Cotas. O que são?Ações afirmativas não se resumem a políticas de cotas, São Políticas amplas que se inserem no campo da promoção de igualdade e oportunidades. As cotas é ima política de reparação embutida nas Políticas Públicas
  • A rebote das Cotas outras discussões se fazem necessárias, tais como: Qualidade do ensino superior, necessidade das Cotas e méritos.

Tirando as Vendas: “ O racismo é um bicho grande grande que pega toda a gente”

Seqüência de Imagens Retiradas do Facebook: 






“Somos todos iguais braços dados ou não”. Onde você guarda o seu Racismo.

 

  • oPode-se dizer que no Brasil ocorre um preconceito de marca, ou seja, esta baseado naquilo que o sujeito carrega no corpo que se aproxima das raízes africanas.Porém esse não pode ser  considerado o único fator determinante, existe um fator cultural que impõe ao negros uma posição de subalternidade ( Munanga, 2004) 
  • O preconceito Racial no Brasil Existe, sendo fruto e uma construção histórica e social. Somos todos pertencentes a sociedade, então, qual o nosso papel nessa construção?!
Ao iniciar a seqüência de fotos, o que se ouvia na sala eram risos, porém com o decorrer das imagens, o silêncio tomou conta da turma, e agora o cômico dava lugar a indignação. 

  • A construção social da inferioridade dos negros é tão fortemente enraizada no Brasil, que não se percebe um processo de naturalização da subalternidade, ou até mesmo, ridicularização do outro.

Negros nas Mídias:

  • Comunicação é “carro forte” do século XXI, e influencia em vários aspectos das nossas vidas.Onde estão os negros nas mídias, ou melhor, como estão representados. Qual a imagem que é transmitida? Não basta apenas estar lá, é preciso uma representação. É necessário superar ausências e estereótipos que estão submetidas á história e cultura afro brasileira e africana. ( ROSEMBERG E SILVA, 2008,P0.82
  • O quanto essas representações colaboram para o nosso imaginário sobre a cultura africana e sobre os negros?

 “Onde você guarda o seu racismo? Não guarde Jogue fora.” Diálogos sobre o racismo

  •  Dinâmica de representatividade: A tarefa é imaginar uma pessoa, linda,inteligente, bem sucedida, e representá-la. A descrevendo verbalmente ou desenhando. 
  • Resultado: Nenhuma pessoa representou um negro. Quais foram os possíveis fatores que influenciaram nessa representatividade.


 Recursos utilizados:  

Áudio visuais, televisão, fotografias, quadro negro, Canetas e Papel.



Nossos registros...

 




 





Nomeando e compartilhando o conhecido através do Facebook



Integrantes do Grupo: Andressa Cristina Pimentel; Cintia de Amorim Pimenta; Dândara Sily e Janaína Neves.
 

Objetivo
Escrever legendas para fotografias tiradas pelos alunos considerando as características textuais e discursivas do gênero, para, em seguida, fazer uso da ferramenta interativa Facebook a fim de dinamizá-las e socializá-las, ocasionando uma aprendizagem baseada na troca e na diversidade de interpretações que podemos ter em relação a uma mesma imagem.


Desenvolvimento
O público alvo seriam alunos do 5º ano do Ensino Fundamental, e, inicialmente iríamos propor à turma uma roda de conversa para conhecermos um pouco mais da relação que possuem com as imagens, e, após isso, solicitaríamos que trouxessem fotografias de locais, paisagens ou qualquer lugar/tempo/espaço que tenha algum significado para eles. Posteriormente, com as fotografias em mãos, o objetivo seria expor a questão da problematização da necessidade dessas fotos serem acompanhadas de um registro, ou melhor, de legendas. Para a turma se familiarizar mais com o estilo das legendas, pensamos em propor a leitura de jornais e revistas que contemplassem temas do interesse das crianças, deixando-as explorar livremente estes recursos. Após isso, dividiríamos a turma em grupos de 4 alunos aproximadamente, onde cada grupo ficaria responsável, sob a nossa supervisão e intervenção, pela confecção do seu álbum de fotografias com legendas, socializando em seguida com os demais colegas, caminhando em direção ao protagonismo infantil.

A ideia de incluir o facebook dentro dessa iniciativa é que os alunos tenham autonomia para dar continuidade ao que foi mediado, tomando posse acerca de suas interpretações e exercitando seu potencial crítico.

Ressaltamos que não optamos pela escolha de um tema sobre as imagens, propositalmente, a fim de ampliar o horizonte dos alunos e deixar a criatividade e imaginação fluir, sobretudo, não os limitando em relação à seleção das fotografias concatenadas a um assunto específico.

Criaremos ainda, um grupo no Facebook com a finalidade de compartilhar as imagens selecionadas pelos alunos, bem como as diferentes percepções acerca de uma mesma imagem, proporcionando uma aprendizagem interativa e dialógica pautada na troca de ideias, saberes e visões, indo de encontro ao que Fantin salienta em seu texto “Alfabetização Midiática na Escola”

Pensar uma mediação significativa, crítica, sensível e informada em relação à cultura das mídias envolve pensar outras possibilidades para a prática pedagógica em relação aos usos da cultura em contextos formativos a partir de uma perspectiva crítica, instrumental e produtiva de mídia-educação. (p. 4)



Avaliação

Ademais, a avaliação será pautada em um registro feito por eles sobre as percepções que tiveram no decorrer do trabalho, bem como no seu produto final, além da participação e interesse de cada um durante as atividades propostas.


Referência

FANTIN, M. Alfabetização midiática na escola. In Anais do XVI Congresso de leitura do Brasil COLE, Campinas, 2007.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Respeito ao próximo: uma construção coletiva em prol do meio ambiente

Público: crianças do 1º ao 5º ano do ensino fundamental.
Escolhemos fazer este trabalho inserido no PPT da escola (uma escola pública localizada em Santa cruz - CIEP). Esse tema foi escolhido por conta da vivência das crianças e para produzirem e pensarem o respeito pelo outro.
Este tema já vinha sendo trabalhado com as crianças e ideia de fazer uma animação com eles surgiu depois da palestra de Joana Milliet, mestranda UNIRIO e coordenadora pedagógica do Anima Escola do Animamundi (primeira aula depois da greve).
Fizemos um pequeno projeto de uma semana onde a turma e as atividades foram divididas em grupos. A base da animação foi a poesia de Cecília Meireles - Leilão de Jardim - os alunos então construíram os personagens, fotografaram e por fim narraram a animação. Tivemos a oportunidade de notar o constante envolvimento das crianças no decorrer das etapas e a sua interação integral.
Os materiais que usamos: papel, lápis de cor, câmera fotográfica tanto para fotografar quanto para gravar a narração e o computador para a montagem.
Pesquisamos em blog e lemos o texto da nossa matéria  para nos basear.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Projeto Midia na escola: O ambiente escolar na visão do aluno



  O Ambiente Escolar na Visão do aluno


Projeto pensado a partir da pergunta:

O que você mais gosta na escola?
   
  Este projeto surgiu da necessidade de entendermos a escola a partir da visão do próprio aluno. O que para ele tem significado, o que rejeita, o que pensa? 
Este projeto permitiria uma visão de como as crianças percebem a escola.

  Objetivos: Usar a fotografia como recurso para observação e crítica do cotidiano escolar. 
  Levar o aluno a interagir com a produção artística entendendo-a  como produção social e uma forma de compreender a realidade.

Os alunos utilizam-se da imagem fotográfica em seu cotidiano interagindo com este de forma crítica. Pensando nisto e na possibilidade de levar aos alunos a consciência da contribuição da arte no processo educativo, propomos:

  Registro fotográfico, feito pelos alunos, com câmera digital, a partir das atividades diárias da turma do 3º ano de uma escola municipal da zona oeste.

Os procedimentos:

            Foi entregue uma máquina digital e pedido para que os alunos durante três dias, fotografassem o que gostavam e não gostavam na escola. E elas fotografaram pessoas, lugares e situações.

  As fotos foram passadas para o computador separadas pelo nome das crianças, autoras das fotos. Elas iam dizendo o porquê das fotos e formulando os textos.

As fotos foram feitas no período da Feira do Conhecimento em que cada turma havia apresentado aos colegas o resultado de suas pesquisas, desta forma, muitos trabalhos foram fotografados.
 
  Houve uma seleção, realizada pelos alunos, das melhores fotos.

A culminância do projeto, se dará com a  montagem do trabalho realizado, em forma de cartazes colocados em murais aramados para apresentação à comunidade escolar através de exposição no pátio da escola.
 
  Este projeto tem a duração aproximada de um mês, levando sempre em conta, que este tempo é flexível como qualquer planejamento deve ser.






 GRUPO: Ana Letícia de Oliveira, Danielle Isbelle, Eliane Ávila e Hortência




Trabalho: Consumismo: riscos ambientais gerados pelo descarte incorreto do lixo tecnológico

Grupo: Angélica Silva, Chaiene Oliveira, Ellen Bezerra, Roberta Onitsuka. 


A proposta de atividade a ser realizada com os alunos do 5° ano, tem por objetivo, a reflexão crítica sobre o consumismo e os riscos ambientais gerados pelo descarte incorreto do lixo tecnológico, através de discussões em sala de aula e exibição de vídeos. Essas etapas propiciarão a confecção de um blog da turma, com as fotos tiradas (sendo editados com a ajuda do programa picasa), os vídeos e comentários dos alunos, ficando na rede para posteriores comentários. 
Essa atividade se apropria de passeios externos, vídeos, livros, fotografias, etc., para ser realizada, com tempo estimado de no mínimo 4 aulas. Essas aulas terão fechamento na confecção do blog, que os próprios alunos irão montar, com fotos do seu dia a dia, vídeos encontrados posteriormente, perguntas, dúvidas e troca de saberes entre eles. 
Como nos diz Saviani (2000), o trabalho educativo deve conectar teoria e prática. Através da incorporação do conhecimento sistematizado, o aluno pode interferir em sua realidade, transformando-a. 


Referência: SAVIANI, Dermeval. Pedagogia Histórico-Crítica, primeira aproximações, Campinas: Autores Associados, 2000


Projeto: Fotos de Família

 Com base nos eixos de planejamento para projeto, criamos o Projeto FOTOS DE FAMíLIA, voltado para a Educação Infantil. O Trabalho com fotografia é ótimo para representação da contação de história, com vista nessa produção das crianças, pois o que elas produziram foi transformado em vídeo.

Criado por: Elayne Machado, Lidiane Peixoto e Luana Sant'Anna.
Recorte Temático / Nome (a direção, o horizonte do trabalho).
Fotos de Família
Clientela ou Público (delimitação do grupo ao qual se dirige – idades, local de moradia, situação social e outras informações que julgarem necessárias).
Turmas de Educação Infantil, com a faixa etária entre 2 e 4 anos, sendo totalmente válido para ser abordado em qualquer grupo de alunos dessa idade, independente de classe social e moradia.
 
Justificativa / Referencial teórico (o motivo da escolha deste tema e sua relevância de acordo com o público – as entrevistas feitas com as crianças - apontando o referencial teórico que sustenta a escolha).
Justificamos esse tema a partir da análise que Eric Hobsbawn (1995) em que traça da “revolução cultural” que marcou a segunda metade do Século XX, as transformações culturais que vêm operando sobre as formas como a criança e o jovem se relacionam contemporaneamente com o conhecimento e com a cultura. O autor aponta que a melhor maneira de se abordar a revolução cultural é através da família e da casa, através da estrutura de relações entre os sexos e gerações. Segundo ele, o que aconteceu foi que, durante muito tempo, a vasta maioria da humanidade partilhava de um certo número de valores que com o tempo foram se modificando. Valores que eram partilhados entre pais e filhos. Valores como o casamento formal, a superioridade dos maridos em relação às esposas, etc. A concepção de família era a da família nuclear – um casal com filhos - o que se tornou modelo-padrão da sociedade ocidental dos séculos XIX e XX, quando havia uma unidade entre família e casa.
Mas, segundo o autor, na segunda metade do século XX, essa realidade começa a mudar com grande rapidez nos países ocidentais desenvolvidos. Entre 1970 e 1985 triplicaram os divórcios em países como França, Bélgica e houve mudanças no casamento ocidental, tendo duplicado, entre 1960 e 1980, o número de pessoas que vivem sozinhas. Em 1991, 58% de todas as famílias negras nos EUA eram chefiadas por uma mulher sozinha e 70% de todas as crianças tinham nascido de mães solteiras. O aumento no número de divórcios, o aumento de famílias com somente um dos cônjuges nos indicavam uma crise da familia, um aumento da cultura juvenil que provocava uma profunda mudança na relação entre as gerações e no conceito de família. (HOFFMANN, Abr.2010, P. 56)
 Canclini (2003), outro estudioso na linha dos Estudos Culturais, diz que essa mudança no popular revela a transformação que foi se configurando no decorrer do século XX e designa por “hibridação” os processos socioculturais nos quais estruturas ou práticas discretas, que antes existiam de forma separada, combinam-se para gerar novas estruturas, objetos e práticas. A apropriação gera novos objetos e novas práticas diferentes das que lhes deram origem. A hibridação surge da criatividade individual e coletiva nas artes, na vida cotidiana e no desenvolvimento tecnológico. As mídias são entendidas, então, como veículos de hibridação. Assim, quanto mais meios e tecnologias a sociedade dispõe mais complexificam-se os processos de comunicação e os processos culturais e sociais. (HOFFMANN, Abr.2010, P. 57)
 Podemos considerar que depois da invenção do ato de fotografar a experiência humana nunca mais foi à mesma, pois conquistamos, a partir dessa prótese da visão, um olhar sobre a materialidade do mundo físico e social que antes não era possível, criando em nós uma nova consciência cultural e subjetiva do mundo. De fato, com a fotografia iniciamos um longo caminho na construção de novos modos de escrita do mundo. Do mesmo modo que a escrita ortográfica revelou uma maneira mais sistemática e conceitual de tomarmos consciência da nossa cultura, a “foto-grafia” se constitui uma escrita atual do homem, mediada por tecnologia criadora de uma narrativa figurada. Além disso, podemos afirmar que as imagens constituem hoje as narrativas do mundo contemporâneo, trazendo novos elementos para buscarmos uma compreensão mais abrangente do próprio conceito de narrativa. (JOBIM, Jul.2002, P. 62)
Objetivos (é o esboço ou direção do caminho que pretendem trilhar com os alunos. É o “para que” do trabalho que está sendo proposto).
A experiência de fotografar as famílias de maneira diversificada permitirá aos alunos interagirem com criatividade e  contribuir para a construção de uma autoimagem positiva.
Etapas previstas (atividades / situações significativas). Refere-se ao “o que” fazer e trabalhar com o grupo. Aqui se delineia as possibilidades de trabalho, as situações propostas, as atividades que podem ser realizadas.
o   Conversa em roda sobre a família de cada aluno, com quem mora? Onde mora? Se gosta deste lugar?
o   Pedimos para as crianças retratarem em figuras como é a sua família e quem puder tirar fotos e trazer da sua família (exposição de imagens)
o    Entrega de circular na agenda das crianças pedindo a foto e justificando seu uso em sala.
o    Justificamos a importancia desse tema na reunião e na rodinha.
o    Apresentação da coletânea desse trabalho em vídeo com as diferentes familias, juntamente com a música de fundo dos “Titãs” – Família; no seminário expomos um trabalho em vídeo do you tube em que seu link está anexado com esse arquivo.[1]
Recursos materiais necessários (tudo o que você vai precisar para viabilizar a realização do projeto – passeios, vídeos, livros, materiais como folhas, guache, e etc.).
Folhas de ofício, giz de cera, notebook, vídeo, multimídia, fotos, agenda para a comunicação com os pais, etc.
Duração / Tempo previsto de realização (o tempo que se calcula que o projeto terá de acordo com tudo o que foi proposto. Sabemos que este tempo é flexível e muda de acordo com o caminhar do projeto que pode durar mais ou menos do que o tempo previsto).
5 dias (uma semana)
Fontes de consulta (as leituras, pesquisas que fez para organizar o projeto durante esse período).
JOBIM, Solange. Fotografar e Narrar: A Produção do Conhecimento no Contexto da Escola. Cadernos de Pesquisa, n. 116, julho de 2002.
HOFFMANN, Adriana. Revoluções Culturais e as Mídias: Reflexões sobre as Relações de Crianças e Jovens com o Conhecimento. Revista Ciências e Cognição, vol 15, publicado on line em 20/abr/2010.



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

HISTÓRIAS EM QUADRINHOS


Ananda Rezende, Carolina Mendonça, Fernanda Ferreira e Juliana Nogueira.

 
     Com base no que foi proposto pela Profª Adriana Hoffmann na disciplina: Imagem e Educação, o tema escolhido para apresentação do trabalho com mídia é Histórias em Quadrinhos.
     O motivo da escolha do tema surgiu a partir de um auto questionamento de nossas experiências escolares no Ensino Fundamental. E nos questionamos se as Escolas trazem a leitura das histórias em quadrinhos em Sala de aula e dão a importância a este tipo de leitura. Com base nessa hipótese, sugerimos a elaboração deste pequeno projeto numa Escola Particular localizada Zona Norte do Rio de Janeiro. 
     A elaboração do projeto foi realizada com alunos do 6º ano. A princípio dialogamos com a Professora da turma e argumentamos que o nosso intuito era enfatizar a importância de articular a criação de histórias em quadrinhos no processo ensino-aprendizagem. Pretendíamos despertar a curiosidade, a criatividade, o interesse e que tivessem acesso a outros tipos de leitura, tornando-a mais agradável, atraente e divertida. E enfatizamos, ainda, o quão valoroso seria se tivéssemos tido essa oportunidade em nossa época de escola.
     A Professora afirmou que as crianças desta escola estão desmotivadas, não possuem interesse na leitura e apresentam erros na escrita. E nos deu todo apoio para que pudéssemos realizar a prática do projeto das histórias em quadrinhos com os alunos de sua turma.
     Iniciamos abordando sobre a história em quadrinho (como funciona, origem e os tipos de histórias em quadrinhos). E levantamos questões sobre o que eles entendiam o que é histórias e quadrinhos. Logo em seguida, apresentamos o vídeo: “O que são Quadrinhos?”.
 
     Com auxílio da Professora, mostramos a criação de um blog e alertamos que neste blog seriam postadas as histórias em quadrinhos realizados por eles. Arrumamos o blog, criando abas, selecionando o que poderia entrar em cada aba, postamos vídeos, textos, tornando o blog atraente e rico em cores para chamar atenção.
     Apresentamos aos alunos o site: “Máquinas em Quadrinhos” de confecção de histórias em quadrinhos, para que eles pudessem aprender e além de usarem na Escola, pudessem usar em casa com a família. É um software gratuito que pode ser utilizado por todos.
 
 
     Em seguida, em grupo, foi proposto aos alunos que elaborassem uma história em quadrinho. Após a confecção das histórias, os alunos apresentaram aos demais colegas de classe as suas historias e falaram o motivo da escolha.
     Com as histórias em quadrinhos realizadas, confeccionamos um mural só com as histórias em quadrinhos confeccionadas por eles e o endereço do blog para que a comunidade escolar pudesse prestigiar também.
     No laboratório de Informática, os alunos postaram suas histórias em quadrinhos e puderam navegar no blog. Assistindo vídeos, comentando as histórias dos demais colegas e outros. Este dia foi muito gratificante, pois além de vermos o interesse dos alunos pela atividade realizada. Eles mostraram vontade de querer aprender os recursos disponíveis e domínio próprio de criar distintas histórias.
     Os recursos necessários para este projeto foram: vídeos, folhas, lápis, lápis de cor, hidrocor, borracha, computador, blog, internet, software e outros. Lembrando que utilizamos também o Laboratório de Informática da Escola.
     Em síntese, a duração da proposta foi de uma semana. Sendo:
1º dia – abordagem do tema + criação coletiva do blog;
2º dia – criação das  histórias em quadrinhos + apresentação dos alunos;
3º dia – Divulgação no mural da Escola;
4º dia – Postagem das histórias em quadrinhos pelos alunos no site;
5º dia – No laboratório de Informática, os alunos viram e comentaram sobre as histórias em quadrinhos dos demais colegas.
     A experiência realizada nesta Escola nos mostrou como é possível articular outros meios de leitura no cotidiano escolar das crianças. Os alunos mostraram interesse, pois até então estava sendo tudo muito novo para eles. O apoio da Professora foi fundamental também, pois quando se trabalha em parceria buscando o mesmo resultado, as experiências são mais prazero.
     Em suma, acreditamos que além de termos realizado este breve projeto na Escola, deixamos uma pequena “semente” para que a Escola possa proporcionar mais atividades envolvendo o prazer de ler. Formando alunos criativos, ativos e participantes na construção de troca de saberes.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Projeto Cine Vida

Idealizadores do projeto: Douglas Couto; Fernanda Bessa e Melânie Macedo.

O Cine Vida propõe o estudo da natureza com provocações cinematográficas. A idéia é mostrar na telinha vídeos que se relacionem com os outros recursos tradicionais e permitam uma intertextualidade midiática. O tema: “corpo humano”, será trabalhado interdisciplinarmente através de aulas expositivas, experiências, leitura, apresentação de vídeo e discussão de conteúdo. Dessa forma, trabalharíamos em diversos campos abrangendo, não só a área científica, mas também: as artes e a literatura. Culminando, com a produção de uma animação cientifica pelos alunos da turma e sua exposição na posterior feira de ciências da escola.
O projeto seria aplicado em uma turma de 3º ano, de uma escola particular, classe média alta. Crianças de, aproximadamente, oito, nove anos, com amplo acesso a todos os tipos de tecnologia e que utilizam constantemente ferramentas informacionais.
Dialogar com os diferentes veículos de informação, afim de, suscitar a utilização dos mesmos atualizando a dinâmica da sala de aula, adequando os alunos ao universo tecnoinformacional, proporcionando um maior dinamismo entre eles, pois já nasceram imersos neste mundo
digital. “Estamos sendo educados por imagens e sons, e muitos outros meios provindos da cultura de mídias e da comunicação, o que torna os audiovisuais um dos protagonistas dos processos culturais e educativos” (FANTIN, 2007). Dessa forma, a proposta acaba por instrumentalizar o cidadão, formar “telespectadores críticos é exercitar atividades de compreensão e análise.” (CARNEIRO, 2002)

A proposta intenciona debater um dos tópicos do currículo de ciências do terceiro ano de uma forma muito mais lúdica e interessante que o tradicional, mostrando-os que assim todas as matérias se complementam e não existe um saber único e universal, porém cada saber segue uma direção e se conectam de alguma forma ou em algum momento.
A primeira etapa seria um debate em sala de aula para descobrir o que cada colega traz e/ou já absorveu sobre o tema corpo humano. Posteriormente, uma aula expositiva iniciaria uma conversa a respeito de alguns conceitos como o início do processo digestório, a respiração, etc. Para ilustrar e estimular a leitura, seria adotado o livro “O Ônibus Mágico – Corpo Humano”. Depois, de bem trabalhar o assunto, exibiríamos o capítulo do livro em vídeo/ animação. Concluindo o projeto, dividiríamos a turma em grupos e proporíamos que cada um representasse livremente em vídeo aquilo que lhe interessar no conteúdo “corpo humano”. A partir de desenhos, e recortes em papéis coloridos, os grupos vão fotografar quadro a quadro a animação desejada, concluindo a animação com a escolha de uma trilha sonora.
Utilizaremos, além da biografia citada acima e a curricular, aparelho de televisão; DVD; computadores com o “Windows Movie Maker” instalado e acesso a rede; papéis e cartolinas coloridas; tesouras, colas; webcam conectada ao computador; etc.
Projeto tomaria cerca de um mês no planejamento do professor, incluindo na confecção do trabalho os professores de ciências, português, artes e informática. Dessa forma, levaria aproximadamente uma semana para as provocações e leituras do livro, enquanto que, as 3 semanas restantes já introduziriam o trabalho com a mídia.

Fontes:

CARNEIRO, V. L. Q. Analisando e produzindo audiovisual: oficina de vídeo na escola. In: TV na Escola e os Desafios de Hoje. Brasília: UniRede e Seed/MEC - Editora Universidade de Brasília, 2002.
Cartilha Anima Escola" (Material produzido pela equipe do Animamundi) Animação na escola de Adriana Hoffmann.
FANTIN, M. Alfabetização midiática na escola. In Anais do XVI Congresso de Leitura do Brasil COLE, Campinas, 2007.
FLUSSER, V. Filosofia da caixa preta. São Paulo: Ed. Hucitec, 1985
GIRÃO, L.C. Produzindo audiovisual na escola: processos de produção de vídeos educativos. EAD: UFSM Mídia na Educação, 2010. (Produzido no Programa Salto para o Futuro)
JOBIM, Solange. Fotografar e narrar: a produção do conhecimento no contexto da escola. Cadernos de Pesquisa, n. 116, p.61-80, julho/ 2002. (PUC-Rio)





Anexo:

Fonte do áudio:





sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Aprendizagem no Facebook




O Facebook pode participar de alguma forma na aprendizagem? O que seria ensinar e aprender no facebook?
A palestra desse dia foi com o Dilton Colto Junior,  pedagogo responsável pelo artigo: "Como seria uma aula com o uso do facebook? Pensando educações na/com a cibercultura".
Foi abordado uma série de questões em que a página social pode contribuir para o conhecimento. Vivemos em um mundo globalizado, em que a informação nos conecta numa velocidade cada vez maior.. e como a tecnologia faz parte da educação? Que desafios teríamos com essa temática?

Como ela está presente no nosso cotidiano em diversas formas, não podemos negligenciá-la e sim pensar no que ela pode auxiliar nesse processo de aprendizado, incentivando os jovens nessa busca de informação que circula na internet, possibilitando a participação destes em grupos, debates, fóruns, em locais abertos e democráticos em que possam expor suas opiniões e trocar, também, informações!
Tudo na vida, vai de como utilizamos, e ter a consciência de que a internet é uma ferramenta que pode ser utilizada como uma aliada na construção do conhecimento é uma forma de nos abrirmos a novas perspectivas, numa educação andando de mãos dadas com a tecnologia, com os anseios de busca de cada um e com a vontade de se construir um aprendizado fundamentado na realidade que nos norteia.

A prof Adriana informa que em breve teremos as postagens dos grupos sobre as propostas de projetos realizados com mídias, trabalho final da disciplina.

Por Luândi Monteiro