Seja bem vinda (o) ao blog da disciplina "Leitura e produção de imagens – Imagem e Educação", ministrada pela Profª. Adriana Hoffmann na UNIRIO. Este blog será construído junto com os alunos, a partir das produções realizadas em nossos encontros semanais.
Público: crianças do 1º ao 5º ano do ensino fundamental.
Escolhemos fazer este trabalho inserido no PPT da escola (uma escola pública localizada em Santa cruz - CIEP). Esse tema foi escolhido por conta da vivência das crianças e para produzirem e pensarem o respeito pelo outro.
Este tema já vinha sendo trabalhado com as crianças e ideia de fazer uma animação com eles surgiu depois da palestra de Joana Milliet, mestranda UNIRIO e coordenadora pedagógica do Anima Escola do Animamundi (primeira aula depois da greve).
Fizemos um pequeno projeto de uma semana onde a turma e as atividades foram divididas em grupos. A base da animação foi a poesia de Cecília Meireles - Leilão de Jardim - os alunos então construíram os personagens, fotografaram e por fim narraram a animação. Tivemos a oportunidade de notar o constante envolvimento das crianças no decorrer das etapas e a sua interação integral.
Os materiais que usamos: papel, lápis de cor, câmera fotográfica tanto para fotografar quanto para gravar a narração e o computador para a montagem.
Pesquisamos em blog e lemos o texto da nossa matériapara nos basear.
Este projeto surgiu da
necessidade de entendermos a escola a partir da visão do próprio aluno. O que
para ele tem significado, o que rejeita, o que pensa?
Este projeto permitiria uma visão de como as crianças percebem a escola.
Objetivos: Usar a fotografia como
recurso para observação e crítica do cotidiano escolar.
Levar o aluno a interagir com a
produção artística entendendo-a como
produção social e uma forma de compreender a realidade.
Os alunos utilizam-se da imagem fotográfica em seu cotidiano interagindo
com este de forma crítica. Pensando nisto e na possibilidade de levar aos
alunos a consciência da contribuição da arte no processo educativo, propomos:
Registro fotográfico, feito pelos
alunos, com câmera digital, a partir das atividades diárias da turma do 3º ano
de uma escola municipal da zona oeste.
Os procedimentos:
Foi entregue uma máquina
digital e pedido para que os alunos durante três dias, fotografassem o que
gostavam e não gostavam na escola. E elas fotografaram pessoas, lugares e
situações.
As fotos foram passadas para o
computador separadas pelo nome das crianças, autoras das fotos. Elas iam
dizendo o porquê das fotos e formulando os textos.
As fotos foram feitas no período da Feira do Conhecimento em que cada
turma havia apresentado aos colegas o resultado de suas pesquisas, desta forma,
muitos trabalhos foram fotografados.
Houve uma seleção, realizada
pelos alunos, das melhores fotos.
A culminância do projeto, se dará com a
montagem do trabalho realizado, em forma de cartazes colocados em murais
aramados para apresentação à comunidade escolar através de exposição no pátio
da escola.
Este projeto tem a duração
aproximada de um mês, levando sempre em conta, que este tempo é flexível como
qualquer planejamento deve ser.
GRUPO: Ana Letícia de Oliveira, Danielle Isbelle, Eliane Ávila e Hortência
Grupo: Angélica Silva, Chaiene Oliveira, Ellen Bezerra, Roberta Onitsuka.
A proposta de atividade a ser realizada com os alunos do 5° ano, tem por objetivo, a reflexão crítica sobre o consumismo e os riscos ambientais gerados pelo descarte incorreto do lixo tecnológico, através de discussões em sala de aula e exibição de vídeos. Essas etapas propiciarão a confecção de um blog da turma, com as fotos tiradas (sendo editados com a ajuda do programa picasa), os vídeos e comentários dos alunos, ficando na rede para posteriores comentários.
Essa atividade se apropria de passeios externos, vídeos, livros, fotografias, etc., para ser realizada, com tempo estimado de no mínimo 4 aulas. Essas aulas terão fechamento na confecção do blog, que os próprios alunos irão montar, com fotos do seu dia a dia, vídeos encontrados posteriormente, perguntas, dúvidas e troca de saberes entre eles.
Como nos diz Saviani (2000), o trabalho educativo deve conectar teoria e prática. Através da incorporação do conhecimento sistematizado, o aluno pode interferir em sua realidade, transformando-a.
Com base nos eixos de planejamento para projeto, criamos o Projeto FOTOS DE FAMíLIA, voltado para a Educação Infantil. O Trabalho com fotografia é ótimo para representação da contação de história, com vista nessa produção das crianças, pois o que elas produziram foi transformado em vídeo.
Criado por: Elayne Machado, Lidiane Peixoto e Luana Sant'Anna.
Recorte
Temático / Nome (a direção, o horizonte do trabalho).
Fotos
de Família
Clientela ou Público (delimitação
do grupo ao qual se dirige – idades, local de moradia, situação social e outras
informações que julgarem necessárias).
Turmas de Educação
Infantil, com a faixa etária entre 2 e 4 anos, sendo totalmente válido para ser
abordado em qualquer grupo de alunos dessa idade, independente de classe social
e moradia.
Justificativa
/ Referencial teórico (o motivo da escolha deste tema e sua relevância de
acordo com o público – as entrevistas feitas com as crianças - apontando o
referencial teórico que sustenta a escolha).
Justificamos
esse tema a partir da análise que Eric Hobsbawn (1995) em que traça da
“revolução cultural” que marcou a segunda metade do Século XX, as
transformações culturais que vêm operando sobre as formas como a criança e o
jovem se relacionam contemporaneamente com o conhecimento e com a cultura. O
autor aponta que a melhor maneira de se abordar a revolução cultural é através
da família e da casa, através da estrutura de relações entre os sexos e
gerações. Segundo ele, o que aconteceu foi que, durante muito tempo, a vasta
maioria da humanidade partilhava de um certo número de valores que com o tempo
foram se modificando. Valores que eram partilhados entre pais e filhos. Valores
como o casamento formal, a superioridade dos maridos em relação às esposas,
etc. A concepção de família era a da família nuclear – um casal com filhos - o
que se tornou modelo-padrão da sociedade ocidental dos séculos XIX e XX, quando
havia uma unidade entre família e casa.
Mas, segundo o
autor, na segunda metade do século XX, essa realidade começa a mudar com grande
rapidez nos países ocidentais desenvolvidos. Entre 1970 e 1985 triplicaram os
divórcios em países como França, Bélgica e houve mudanças no casamento
ocidental, tendo duplicado, entre 1960 e 1980, o número de pessoas que vivem
sozinhas. Em 1991, 58% de todas as famílias negras nos EUA eram chefiadas por
uma mulher sozinha e 70% de todas as crianças tinham nascido de mães solteiras.
O aumento no número de divórcios, o aumento de famílias com somente um dos
cônjuges nos indicavam uma crise da familia, um aumento da cultura juvenil que
provocava uma profunda mudança na relação entre as gerações e no conceito de
família. (HOFFMANN, Abr.2010, P. 56)
Canclini (2003),
outro estudioso na linha dos Estudos Culturais, diz que essa mudança no popular
revela a transformação que foi se configurando no decorrer do século XX e
designa por “hibridação” os processos socioculturais nos quais estruturas ou
práticas discretas, que antes existiam de forma separada, combinam-se para
gerar novas estruturas, objetos e práticas. A apropriação gera novos objetos e
novas práticas diferentes das que lhes deram origem. A hibridação surge da
criatividade individual e coletiva nas artes, na vida cotidiana e no
desenvolvimento tecnológico. As mídias são entendidas, então, como veículos de
hibridação. Assim, quanto mais meios e tecnologias a sociedade dispõe mais
complexificam-se os processos de comunicação e os processos culturais e
sociais. (HOFFMANN, Abr.2010, P. 57)
Podemos
considerar que depois da invenção do ato de fotografar a experiência humana
nunca mais foi à mesma, pois conquistamos, a partir dessa prótese da visão, um
olhar sobre a materialidade do mundo físico e social que antes não era
possível, criando em nós uma nova consciência cultural e subjetiva do mundo. De
fato, com a fotografia iniciamos um longo caminho na construção de novos modos
de escrita do mundo. Do mesmo modo que a escrita ortográfica revelou uma
maneira mais sistemática e conceitual de tomarmos consciência da nossa cultura,
a “foto-grafia” se constitui uma escrita atual do homem, mediada por tecnologia
criadora de uma narrativa figurada. Além disso, podemos afirmar que as imagens
constituem hoje as narrativas do mundo contemporâneo, trazendo novos elementos
para buscarmos uma compreensão mais abrangente do próprio conceito de
narrativa. (JOBIM, Jul.2002, P. 62)
Objetivos (é o esboço
ou direção do caminho que pretendem trilhar com os alunos. É o “para que” do
trabalho que está sendo proposto).
A experiência de fotografar as famílias de maneira
diversificada permitirá aos alunos interagirem com criatividade e
contribuir para a construção de uma autoimagem positiva.
Etapas previstas
(atividades / situações significativas). Refere-se ao “o que” fazer e trabalhar
com o grupo. Aqui se delineia as possibilidades de trabalho, as situações
propostas, as atividades que podem ser realizadas.
oConversa em roda sobre a família de cada
aluno, com quem mora? Onde mora? Se gosta deste lugar?
oPedimos
para as crianças retratarem em figuras como é a sua famíliae quem puder tirar fotos e trazer
da sua família (exposição de imagens)
oEntrega de circular na agenda das crianças
pedindo a foto e justificando seu uso em sala.
oJustificamos
a importancia desse tema na reunião e na rodinha.
oApresentação
da coletânea desse trabalho em vídeo com as diferentes familias, juntamente com
a música de fundo dos “Titãs” – Família; no seminário expomos um trabalho em
vídeo do you tube em que seu link está anexado com esse arquivo.[1]
Recursos materiais
necessários (tudo o que você vai precisar para viabilizar a realização do
projeto – passeios, vídeos, livros, materiais como folhas, guache, e etc.).
Folhas de ofício, giz de cera, notebook, vídeo,
multimídia, fotos, agenda para a comunicação com os pais, etc.
Duração / Tempo
previsto de realização (o tempo que se calcula que o projeto terá de acordo com
tudo o que foi proposto. Sabemos que este tempo é flexível e muda de acordo com
o caminhar do projeto que pode durar mais ou menos do que o tempo previsto).
5 dias (uma semana)
Fontes de consulta (as
leituras, pesquisas que fez para organizar o projeto durante esse período).
JOBIM, Solange. Fotografar e Narrar: A Produção do
Conhecimento no Contexto da Escola. Cadernos de Pesquisa, n. 116, julho de
2002.
HOFFMANN, Adriana. Revoluções Culturais e as Mídias: Reflexões
sobre as Relações de Crianças e Jovens com o Conhecimento. Revista Ciências
e Cognição, vol 15, publicado on line
em 20/abr/2010.
Ananda Rezende,
Carolina Mendonça, Fernanda Ferreira e Juliana Nogueira.
Com base no que foi proposto pela Profª Adriana Hoffmann na disciplina:
Imagem e Educação, o tema escolhido para apresentação do trabalho com mídia é Histórias
em Quadrinhos.
O motivo da escolha do tema surgiu a partir de um auto questionamento de
nossas experiências escolares no Ensino Fundamental. E nos questionamos se as
Escolas trazem a leitura das histórias em quadrinhos em Sala de aula e dão a
importância a este tipo de leitura. Com base nessa hipótese, sugerimos a
elaboração deste pequeno projeto numa Escola Particular localizada Zona Norte
do Rio de Janeiro.
A elaboração do projeto foi realizada com alunos do 6º ano. A princípio
dialogamos com a Professora da turma e argumentamos que o nosso intuito era
enfatizar a importância de articular a criação de histórias em quadrinhos no
processo ensino-aprendizagem. Pretendíamos despertar a
curiosidade, a criatividade, o interesse e que tivessem acesso a outros tipos de leitura, tornando-a
mais agradável,atraente e
divertida. E enfatizamos, ainda, o quão valoroso seria se tivéssemos tido essa
oportunidade em nossa época de escola.
A Professora afirmou que as crianças desta
escola estão desmotivadas, não possuem interesse na leitura e apresentam erros
na escrita. E nos deu todo apoio para que pudéssemos realizar a prática do
projeto das histórias em quadrinhos com os alunos de sua turma.
Iniciamos abordando sobre a história em quadrinho (como funciona, origem
e os tipos de histórias em quadrinhos). E levantamos questões sobre o que eles
entendiam o que é histórias e quadrinhos. Logo em seguida, apresentamos o
vídeo: “O que são Quadrinhos?”.
Com auxílio da Professora, mostramos a criação de um blog
e alertamos que neste blog seriam postadas as histórias em quadrinhos
realizados por eles.Arrumamos o blog, criando abas, selecionando o que poderia entrar em
cada aba, postamos vídeos, textos, tornando o blog atraente e rico em cores
para chamar atenção.
Apresentamos aos alunos o site: “Máquinas
em Quadrinhos” de confecção de histórias em quadrinhos, para que eles
pudessem aprender e além de usarem na Escola, pudessem usar em casa com a
família. É um software gratuito que pode ser utilizado por todos.
Em seguida, em grupo, foi proposto aos alunos que elaborassem uma
história em quadrinho. Após a confecção das histórias, os alunos apresentaram
aos demais colegas de classe as suas historias e falaram o motivo da escolha.
Com as histórias em quadrinhos realizadas, confeccionamos um mural só
com as histórias em quadrinhos confeccionadas por eles e o endereço do blog
para que a comunidade escolar pudesse prestigiar também.
No laboratório de Informática, os alunos postaram suas histórias em
quadrinhos e puderam navegar no blog. Assistindo vídeos, comentando as
histórias dos demais colegas e outros. Este dia foi muito gratificante, pois
além de vermos o interesse dos alunos pela atividade realizada. Eles mostraram
vontade de querer aprender os recursos disponíveis e domínio próprio de criar
distintas histórias.
Os
recursos necessários para este projeto foram: vídeos,
folhas, lápis, lápis de cor, hidrocor, borracha, computador, blog, internet, software
e outros. Lembrando que utilizamos também o Laboratório de Informática da
Escola.
Em
síntese, a duração da proposta foi de uma semana. Sendo:
1º dia – abordagem do tema + criação
coletiva do blog;
2º dia – criação dashistórias em quadrinhos + apresentação dos
alunos;
3º dia – Divulgação no mural da
Escola;
4º dia – Postagem das histórias em
quadrinhos pelos alunos no site;
5º dia – No laboratório de
Informática, os alunos viram e comentaram sobre as histórias em quadrinhos dos
demais colegas. A experiência realizada nesta Escola nos mostrou como é possível
articular outros meios de leitura no cotidiano escolar das crianças. Os alunos
mostraram interesse, pois até então estava sendo tudo muito novo para eles. O
apoio da Professora foi fundamental também, pois quando se trabalha em parceria
buscando o mesmo resultado, as experiências são mais prazero. Em suma, acreditamos que além de termos realizado este breve projeto na
Escola, deixamos uma pequena “semente” para que a Escola possa proporcionar mais
atividades envolvendo o prazer de ler. Formando alunos criativos, ativos e
participantes na construção de troca de saberes.
Idealizadores do projeto: Douglas Couto; Fernanda Bessa e Melânie Macedo. O Cine Vida propõe o estudo da natureza com provocações cinematográficas. A idéia é mostrar na telinha vídeos que se relacionem com os outros recursos tradicionais e permitam uma intertextualidade midiática. O tema: “corpo humano”, será trabalhado interdisciplinarmente através de aulas expositivas, experiências, leitura, apresentação de vídeo e discussão de conteúdo. Dessa forma, trabalharíamos em diversos campos abrangendo, não só a área científica, mas também: as artes e a literatura. Culminando, com a produção de uma animação cientifica pelos alunos da turma e sua exposição na posterior feira de ciências da escola.
O projeto seria aplicado em uma turma de 3º ano, de uma escola particular, classe média alta. Crianças de, aproximadamente, oito, nove anos, com amplo acesso a todos os tipos de tecnologia e que utilizam constantemente ferramentas informacionais.
Dialogar com os diferentes veículos de informação, afim de, suscitar a utilização dos mesmos atualizando a dinâmica da sala de aula, adequando os alunos ao universo tecnoinformacional, proporcionando um maior dinamismo entre eles, pois já nasceram imersos neste mundo
digital. “Estamos sendo educados por imagens e sons, e muitos outros meios provindos da cultura de mídias e da comunicação, o que torna os audiovisuais um dos protagonistas dos processos culturais e educativos” (FANTIN, 2007). Dessa forma, a proposta acaba por instrumentalizar o cidadão, formar “telespectadores críticos é exercitar atividades de compreensão e análise.” (CARNEIRO, 2002)
A proposta intenciona debater um dos tópicos do currículo de ciências do terceiro ano de uma forma muito mais lúdica e interessante que o tradicional, mostrando-os que assim todas as matérias se complementam e não existe um saber único e universal, porém cada saber segue uma direção e se conectam de alguma forma ou em algum momento.
A primeira etapa seria um debate em sala de aula para descobrir o que cada colega traz e/ou já absorveu sobre o tema corpo humano. Posteriormente, uma aula expositiva iniciaria uma conversa a respeito de alguns conceitos como o início do processo digestório, a respiração, etc. Para ilustrar e estimular a leitura, seria adotado o livro “O Ônibus Mágico – Corpo Humano”. Depois, de bem trabalhar o assunto, exibiríamos o capítulo do livro em vídeo/ animação. Concluindo o projeto, dividiríamos a turma em grupos e proporíamos que cada um representasse livremente em vídeo aquilo que lhe interessar no conteúdo “corpo humano”. A partir de desenhos, e recortes em papéis coloridos, os grupos vão fotografar quadro a quadro a animação desejada, concluindo a animação com a escolha de uma trilha sonora.
Utilizaremos, além da biografia citada acima e a curricular, aparelho de televisão; DVD; computadores com o “Windows Movie Maker” instalado e acesso a rede; papéis e cartolinas coloridas; tesouras, colas; webcam conectada ao computador; etc.
Projeto tomaria cerca de um mês no planejamento do professor, incluindo na confecção do trabalho os professores de ciências, português, artes e informática. Dessa forma, levaria aproximadamente uma semana para as provocações e leituras do livro, enquanto que, as 3 semanas restantes já introduziriam o trabalho com a mídia.
Fontes:
CARNEIRO, V. L. Q. Analisando e produzindo audiovisual: oficina de vídeo na escola. In: TV na Escola e os Desafios de Hoje. Brasília: UniRede e Seed/MEC - Editora Universidade de Brasília, 2002.
Cartilha Anima Escola" (Material produzido pela equipe do Animamundi) Animação na escola de Adriana Hoffmann.
FANTIN, M. Alfabetização midiática na escola. In Anais do XVI Congresso de Leitura do Brasil COLE, Campinas, 2007.
FLUSSER, V. Filosofia da caixa preta. São Paulo: Ed. Hucitec, 1985
GIRÃO, L.C. Produzindo audiovisual na escola: processos de produção de vídeos educativos. EAD: UFSM Mídia na Educação, 2010. (Produzido no Programa Salto para o Futuro)
JOBIM, Solange. Fotografar e narrar: a produção do conhecimento no contexto da escola. Cadernos de Pesquisa, n. 116, p.61-80, julho/ 2002. (PUC-Rio)
O Facebook pode participar de alguma forma na aprendizagem? O que seria ensinar e aprender no facebook?
A palestra desse dia foi com o Dilton Colto Junior, pedagogo responsável pelo artigo: "Como seria uma aula com o uso do facebook? Pensando educações na/com a cibercultura".
Foi abordado uma série de questões em que a página social pode contribuir para o conhecimento. Vivemos em um mundo globalizado, em que a informação nos conecta numa velocidade cada vez maior.. e como a tecnologia faz parte da educação? Que desafios teríamos com essa temática?
Como ela está presente no nosso cotidiano em diversas formas, não podemos negligenciá-la e sim pensar no que ela pode auxiliar nesse processo de aprendizado, incentivando os jovens nessa busca de informação que circula na internet, possibilitando a participação destes em grupos, debates, fóruns, em locais abertos e democráticos em que possam expor suas opiniões e trocar, também, informações!
Tudo na vida, vai de como utilizamos, e ter a consciência de que a internet é uma ferramenta que pode ser utilizada como uma aliada na construção do conhecimento é uma forma de nos abrirmos a novas perspectivas, numa educação andando de mãos dadas com a tecnologia, com os anseios de busca de cada um e com a vontade de se construir um aprendizado fundamentado na realidade que nos norteia.
A prof Adriana informa que em breve teremos as postagens dos grupos sobre as propostas de projetos realizados com mídias, trabalho final da disciplina.
O Cinema, também conhecido como a Sétima Arte, é uma forma de nos conectarmos com muitas pessoas e de nos expressarmos através de nossos pensamentos, idéias, sentimentos... dando espaço pra reflexão e aprendizado sobre cada assunto tratado. Esse foi o tema que a Érica Rivas, criadora de um projeto de cinema na escola Oswaldo Cruz, trouxe pra gente. Após lermos o texto de Mônica Fantin: "Mídia-educação, cinema e produção audiovisual", tivemos uma palestra com a pedagoga Érica, sobre como foi desenvolvido o Megacine na escola, onde o Cinema é utilizado como recurso didático para inserção dos temas transversais na sala de aula, incentivando a formação crítica, criativa e sociocultural dessas crianças, onde elas também participam da produção dos curtas, sendo co-autoras juntamente com os professores. É uma maneira de inserir a arte no processo de ensino-aprendizagem e de aproximar o público estudantil à essa maravilhosa narrativa audiovisual. Após vermos algumas produções do projeto, tivemos a prática: Fazer alguns filmes Minuto Lumière.Foi uma experiência interessante e bem inspiradora!
Tivemos uma palestra dinâmica e interativa
com a Joana Milliet, coordenadora pedagógica do Anima Escola, que é um
projeto de animação nas escolas vinculado ao Anima Mundi - Festival
Internacional de Animação do Brasil.
Nos foi esclarecido como funciona esse projeto de animação e vimos os vídeos das produções feitas pelas crianças, de uma forma lúdica e bem criativa.
A coordenadora falou um pouco sobre o MUAN, Manipulador Universal de Animações, sua utilização na construção das produções e foi feito um vídeo na hora com os alunos aplicando esse sistema. Além disso, cada aluno ficou imbuído da tarefa de fazer seu próprio flipbook em casa, o que resultou em cada animação interessantíssima!
Foi uma aula bem construtiva e essas animações também estimulam o desenvolvimento de diversas habilidades de crianças e jovens, como a criatividade, o planejamento e a concentração.
Segue alguns flipbooks feita por alunos da turma:
Abaixo, a prática dos alunos na sala:
Pra quem se interessar, segue o site do Anima Escola: http://www.animaescola.com.br/
A partir do dia 17 de setembro retornamos as aulas da disciplina após a greve e daremos continuidade às palestras planejadas anteriormente. Já tivemos a palestra de Joana Milliet coordenadora pedagógica do Anima Escola, projeto de animação nas escolas vinculado ao Anima Mundi, Festival Internacional de Animação e também a palestra de Erica Rivas sobre o projeto Megacine, cineclube criado na escola e coordenado por ela.
Em breve a monitora da disciplina, postará as notícias e fotos das duas palestras realizadas. Junto com cada palestra tivemos pequenos exercícios de animação com flipbook e exercicios de filmagem com o Minuto Lumière. A maioria das produções estão sendo compartilhadas pela turma no grupo do facebook mas algumas, a monitora postará aqui para todos conhecerem do que se trata.